Qual será o novo normal?

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Ultimamente temos ouvido muito o termo “novo normal”. Mas, na verdade, o que seria isso? Quando comecei a pensar sobre este texto, estava lendo um artigo que recebi do nosso controller, Fabrizio Marini, em que ele falava mais ou menos isso: “O novo normal é um mito. O futuro sempre é diferente e nunca será igual ao passado”, e me convenci de que isso é verdade.

Temos ouvido e falado que tudo vai ser diferente, que nossas vidas nunca mais serão como eram antes da pandemia, mas, se pensarmos bem, o futuro sempre nos reservou novidades, às quais tivemos que nos adaptar e, para isso, reinventarmos a nós mesmos.

É inegável que a pandemia acelerou mudanças que, provavelmente, viriam de forma mais lenta, mas das quais dificilmente poderíamos fugir. Diante da pandemia, todos se viram obrigados a mudar os seus hábitos, inclusive os de consumo.

Muitos acreditam que o e-commerce vai dominar alguns setores da economia. Outros já acham que as pessoas estão ávidas e ansiosas por sair de casa, entrar nas lojas, ver de perto e tocar os produtos. Enfim, são muitas opiniões e expectativas, mas se elas vão se confirmar ou não é outra história.

O que comprovamos com essa crise é que uma empresa precisa ter uma cultura de adaptação e eficiência implantada para sobreviver. Todos nós devemos entender que é necessário sabermos nos adaptar rapidamente e ainda buscar melhorias constantes em nossas atividades.

Precisamos conduzir muito bem nossos negócios, independente se estamos vivendo uma fase de sucesso ou de crise, pois o que importa é termos consolidada uma estrutura consistente que suporta os momentos difíceis. E isso sim só depende de nós!

Em nossos mais de 50 anos de atuação, construímos uma base bastante sólida, que tem sido sempre aprimorada. Com uma boa gestão conseguimos criar riquezas que auxiliam não só nosso negócio em si, como também nossos colaboradores e as comunidades do nosso entorno.

Acredito que é esta a forma que estamos contribuindo para melhorar o país e para que ele se torne mais justo e menos desigual.

Marcelo Cenacchi